quinta-feira, 29 de novembro de 2012

A dor



A dor que carrego em meu peito é muito mais que possa aguentar

A dor em meu peito me faz fraquejar me faz temer me faz chorar

A Cada dia eu tento esquece-la

A Cada dia eu tenho que vive-la

A Dor é muito forte para poder esquecer

A Dor é muito forte para conseguir viver

Todas as noites a dor vem me lembrar

Todas as noites eu esqueço quem sou

Todas as noites em prantos eu irei acabar

Não ah ninguém que me cure

Não ah ninguém que me entenda

Ninguém que me amargure

O Fardo da dor tenho que carregar

O Fardo de um coração partido que tento concertar

O Fardo de um amor esquecido

O Fardo de ter o amor oprimido

Minha respiração é preza

Meus batimentos são nulos

Eu apenas me encontro no escuro

Mas em risca meu dilema tenho que seguir

Não a mais amor para mim que eu possa Nutrir

Mas no fim das contas eu sempre estive prezo a suas algemas

Eu a enterro junto ao meu poema



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