quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Me perdi de você

Ah muito tempo eu me perdi de você
Mas não fiz questão de te procurar 
Não senti sua falta 
Não fiz questão de amar 

Mas descubro sozinho que nunca te amei
Ou pelo-menos do jeito que me amou 
Do jeito que arrancou meus sentimentos
Do jeito que me matou 
Mas nada tive como recompensa 
Apenas as dores me restaram  
Tive apenas uma Sentença 

Apenas me restou o amor em vão 
a Solidão sem razão 
O teorema da tristeza
O Dilema do meu sofrer 
A Razão em vão do meu viver
Mas junto ao meu amor eu a encerro
Junto a esse poema eu  lhe enterro 

A dor



A dor que carrego em meu peito é muito mais que possa aguentar

A dor em meu peito me faz fraquejar me faz temer me faz chorar

A Cada dia eu tento esquece-la

A Cada dia eu tenho que vive-la

A Dor é muito forte para poder esquecer

A Dor é muito forte para conseguir viver

Todas as noites a dor vem me lembrar

Todas as noites eu esqueço quem sou

Todas as noites em prantos eu irei acabar

Não ah ninguém que me cure

Não ah ninguém que me entenda

Ninguém que me amargure

O Fardo da dor tenho que carregar

O Fardo de um coração partido que tento concertar

O Fardo de um amor esquecido

O Fardo de ter o amor oprimido

Minha respiração é preza

Meus batimentos são nulos

Eu apenas me encontro no escuro

Mas em risca meu dilema tenho que seguir

Não a mais amor para mim que eu possa Nutrir

Mas no fim das contas eu sempre estive prezo a suas algemas

Eu a enterro junto ao meu poema



quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Nebel

Ela carrega a noite no peito
E sabe que ela deve desfalecer
Ela deita a cabeça em seu colo
E pede um último beijo
E então ele a beijou
Onde o mar chega ao fim
Seus lábios enfraquecidos e pálidos
E seus olhos ficam úmidos
O último beijo Foi há tanto tempo
O último beijo ele não se lembra mais

Eu sou..



Eu sou o que você é

Quando penso em você logo existo

Sou o amor passageiro

A Paixão eterna.

O nada o desconhecido

Um errante da vida

Um Oprimido

terça-feira, 27 de novembro de 2012

''Pensei em você durante 24 por dia e ainda me faltaram horas''-Anonimo.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Quanto tempo?



A quanto tempo eu espero por você?

Por mais que tento

Nunca te amarei

Não posso amar o abstrato

Não posso negar a verdade

Não posso ser o culpado

Perdido no tempo eu estou

Descubro sozinho

Que sem você nada sou

Essa é minha triste verdade

Minha amarga realidade

Que sou eu?



Quem é voce ?

Quem sou eu?

Eu sou a solidão em busca de afeto

Eu sou a tristeza em busca da felicidade

Sou o Amor perdido em busca de você

Sou uma mãe em busca de um pai para seus filhos

Sou o Odio em busca de uma razão

Eu sou um Ninguém sozinho na solidão.